PORTFÓLIOPor trás do portfólio

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PRODUTO / IDENTIDADE / IA · 2026

O portfólio

Uma identidade própria. Um sistema para sustentá-la.

Este site apresenta meu trabalho e também mostra como eu trabalho. Da primeira mensagem ao Ask Vini, cada escolha procura transformar complexidade em uma experiência clara, reconhecível e fácil de explorar.

Identidade com critério

Quatro princípios orientam geometria, cor, tipografia e direção de arte.

Um sistema em uso

Componentes e regras editoriais conectam páginas, idiomas e dispositivos.

Ask Vini

Uma conversa ligada ao conteúdo, com escopo definido e revisão humana.

01 / A linguagem visual do portfólio: arquitetura, planos de cor e a geometria da assinatura.

01 / PONTO DE PARTIDA

Apresentar o raciocínio.
Dar espaço à pessoa.

Projetar o próprio portfólio me colocou dos dois lados de uma decisão: eu era a pessoa que precisava se apresentar e o designer responsável por criar essa experiência. O desafio era dar unidade a trabalhos de produto, sistemas e conversação, preservando o contexto e as particularidades de cada projeto.

“Clareza para o complexo” tornou essa intenção explícita. A frase aproxima o que eu faço da maneira como apresento meu trabalho: organizar regras, relações e escolhas para que outra pessoa consiga compreendê-las. No site, isso significa uma entrada direta, caminhos de aprofundamento e espaço para explorar as evidências.

A composição precisava funcionar em ritmos diferentes. Quem chega para conhecer meu perfil encontra atuação e projetos logo na entrada. Quem quer entender uma decisão pode seguir um case, consultar um artigo ou fazer uma pergunta. Essa diferença de intenção orientou a relação entre apresentação, conteúdo e conversa.

  1. 01

    Entender rápido

    Cargo, especialidades e projetos dão contexto logo na entrada.

  2. 02

    Explorar com autonomia

    Índices, evidências e artigos permitem escolher onde aprofundar.

  3. 03

    Abrir uma conversa

    O contato permanece próximo do conteúdo, inclusive no Ask Vini.

02 / PRINCÍPIOS

Não começa na cor.
Começa no critério.

Antes de escolher as cores, defini quatro princípios na North Star: intenso, inteligente, preciso e humano. Eles funcionam como critérios de revisão. Uma composição pode ter impacto e ainda precisar de mais espaço para leitura; uma interação pode ser expressiva e ainda precisar deixar sua função mais clara.

01

Intenso

Impacto sem ruído.

Contraste, escala e pausas dão força à mensagem. Na abertura, palavras de grande dimensão convivem com áreas de silêncio; a presença visual vem dessa relação.

Decisão na interface

Concentrar a atenção em uma mensagem principal e reservar espaço ao redor dela.

02

Inteligente

Relações que fazem sentido.

A composição ajuda a entender. Símbolos, títulos, legendas e ações precisam estabelecer relações reconhecíveis entre o que se vê e o que se pode fazer.

Decisão na interface

Usar a direção do símbolo para reforçar o verbo da ação e o próximo passo.

03

Preciso

Intenção em cada detalhe.

Geometria, hierarquia e informação têm um papel definido. O mesmo rigor vale para a proporção de uma forma e para a explicação do que uma métrica representa.

Decisão na interface

Preservar a construção do símbolo e manter a evidência próxima de seu contexto.

04

Humano

Clareza sem frieza.

Uma pessoa falando com outra, com espaço para ler. O tom, as pausas e a possibilidade de escolher o próprio caminho fazem parte da experiência.

Decisão na interface

Dar autonomia à leitura e manter o contato comigo próximo do conteúdo.

03 / LINGUAGEM

Meu nome.
Uma linguagem.

As letras V e A saem da assinatura e passam a orientar o espaço, a leitura e a ação. A mesma construção geométrica assume direções diferentes, preservando suas proporções. Assim, um elemento do meu nome também se torna parte do vocabulário da interface.

V / VINI
A / ASEVEDO

A forma se repete.
O sentido acompanha o verbo.

Voltar ou reduzir

Avançar ou ampliar

Revelar ou descer

Recolher ou subir

Cada orientação acompanha uma intenção. Nos links, o gesto aponta para o avanço; nos conteúdos expansíveis, indica revelar ou recolher. Na abertura, ele também marca presença por meio do movimento: giros de 90° no próprio eixo, separados por pausas. A geometria mantém a identidade ao mudar de função.

Silêncio, sinal e intervenção.

A paleta distribui funções. O campo escuro sustenta a leitura; os acentos criam pontos de atenção. A decisão sobre uma cor começa pelo papel que ela precisa cumprir na composição.

Charcoal

#121010
Campo de leitura

Uma base escura, com calor, que sustenta o contraste.

Warm light

#F2EFE7
Voz do conteúdo

Texto claro que ocupa o primeiro plano da leitura.

Graphite

#343031
Planos e limites

Separa camadas sem disputar atenção com o conteúdo.

Acid lime

#C8FF00
Direção da ação

Assinatura, navegação e pontos escolhidos de destaque.

Hot red

#D90034
Intervenção humana

Recortes e escolhas que ficam visíveis na composição.

Deep wine

#4B000F
Profundidade e matéria

Sobreposições que dão densidade à relação com a imagem.

O contraste constrói a voz.

Três famílias dividem o trabalho. A alternância entre peso, leveza e precisão dá ritmo à página: primeiro a mensagem, depois suas relações e, por fim, os detalhes que ajudam a se orientar.

Roboto Flex

CLAREZA

Estrutura e leitura

Peso para afirmar uma ideia e legibilidade para sustentar o texto ao longo da página.

Raleway

para o complexo

Pausa e relação

Leveza entre massas tipográficas. O contraste permite respirar sem perder continuidade.

IBM Plex Mono

01 / CADA DETALHE

Índices e contexto

Precisão pontual em capítulos, rótulos e informações de apoio.

04 / DIREÇÃO DE ARTE

A imagem participa
da composição.

A arquitetura oferece matéria para a identidade: estrutura, escala, linhas e tensão entre cheios e vazios. Na entrada, a fotografia da Geisel Library ganha uma leitura em preto e branco. O recorte e os planos sobrepostos participam da direção de arte e ajudam a construir o campo em que a mensagem aparece.

A matéria

Fotografia da Geisel Library, com seus volumes de concreto e linhas diagonais.
Arquitetura como estrutura visual: volumes, proporção e espaço.

O recorte e a intervenção

A mesma fotografia, com campo escuro e faixas nas formas originais do sistema.

Fotografia de arquitetura usada na Home: Geisel Library. Arthur / Unsplash.

P&B na entrada.
Cor quando o projeto pede.

Nos cases, a cor retorna para explicar a experiência. As telas precisam preservar a linguagem dos produtos apresentados, e o enquadramento deve ajudar a examiná-las. A identidade do portfólio organiza a apresentação; a interface do projeto continua sendo a evidência central.

05 / SISTEMA

Da intenção
à interface.

Uma decisão visual só se sustenta quando pode ser reutilizada e revista. No Figma, a North Star registra a intenção; foundations, tokens e componentes tornam essa intenção aplicável. O sistema conecta uma escolha de linguagem às diferentes páginas e aos estados de uma interação.

A composição muda conforme o conteúdo. Uma capa apresenta uma ideia; um case encadeia evidências; um artigo precisa de continuidade de leitura. Os componentes mantêm relações reconhecíveis entre essas situações, sem exigir que todas as páginas contem a história da mesma forma.

  1. 01 / Token

    Um papel compartilhado

    O conceito documenta signal/active: a cor passa a ter uma função que pode atravessar várias telas.

  2. 02 / Componente

    Uma interação reconhecível

    O link editorial combina rótulo, filete e símbolo de direção. Forma, comportamento e estados podem ser revistos juntos.

  3. 03 / Composição

    Uma narrativa própria

    As mesmas peças organizam páginas diferentes. A lógica se mantém enquanto conteúdo, escala e sequência se adaptam.

Recompor.
Não apenas reduzir.

O conceito prevê 12 colunas no desktop e quatro no mobile. A passagem entre telas reorganiza relações: o texto recebe largura de leitura, a imagem encontra outra posição e as ações continuam fáceis de reconhecer. Reduzir tudo proporcionalmente perderia justamente as pausas que dão força à identidade.

Desktop / 12 colunas
Mobile / 4 colunas

Foco visível, contraste e movimento reduzido entram nessa mesma revisão. Quando há uma única tela de interface no mobile, ela fica centralizada. Quando há uma sequência, o carrossel mantém a leitura da esquerda para a direita. A regra acompanha a situação de uso.

Documentar, revisar e versionar também é projetar. A experiência publicada é a referência principal para verificar o que realmente funciona no navegador. As revisões voltam à documentação, e versões anteriores são identificadas como deprecated para preservar o histórico das escolhas.

06 / CONTEÚDO

A história organiza
a evidência.

Cada case precisa conectar contexto, pesquisa, decisões e consequências. A sequência permite entender de onde veio uma escolha antes de avaliar sua forma final. Uma imagem pode mostrar o resultado de uma decisão; a narrativa precisa explicar o raciocínio que a tornou necessária.

Essa edição também acontece nos detalhes. Métricas ficam próximas do que medem e de seu recorte. Um exemplo é o tempo de execução da equipe de design em produtos de prateleira, no case Smarters: explicitar equipe e contexto muda a interpretação do número. Ícones e comparações ajudam a percorrer a informação, enquanto as imagens oferecem espaço para inspeção.

Os artigos ampliam ideias que aparecem nos projetos e criam conexões entre eles. Português e inglês fazem parte da mesma entrega: conteúdo, navegação, imagens e informações de compartilhamento precisam se corresponder. O trabalho editorial continua na busca e na base do Ask Vini, para que os novos conteúdos também possam ser encontrados pela conversa.

  1. 01

    Contexto

    O que precisava mudar?

  2. 02

    Investigação

    O que orientou a leitura do problema?

  3. 03

    Decisão

    O que escolhi fazer e por quê?

  4. 04

    Evidência

    Como a escolha aparece no produto?

07 / ASK VINI

Outra maneira
de conhecer meu trabalho.

Nem toda pessoa chega com tempo para percorrer um case inteiro. Algumas têm uma pergunta específica sobre liderança, sistemas ou um projeto. Criei o Ask Vini para oferecer esse caminho: uma conversa conectada ao conteúdo que já existe no portfólio.

Uma IA com papel definido.

Ele se apresenta como a IA deste portfólio e ajuda a explorar minha trajetória, meus processos e minhas decisões. A experiência usa a mesma linguagem visual do site, com apresentação informativa, sugestões que parecem ações e fontes públicas que podem ser abertas.

A conversa segue os mesmos critérios.

O princípio humano aparece na forma de acolher uma pergunta e encaminhar para uma conversa comigo. A precisão aparece na relação entre resposta e fonte. A clareza visual separa a apresentação da IA das perguntas clicáveis. O assistente passa a ser outra expressão da identidade e do conteúdo do portfólio.

Definir o escopo foi uma decisão de produto: o Ask Vini consulta o conteúdo do portfólio e informações complementares do meu perfil, sem navegar em fontes externas. Isso mantém as respostas vinculadas ao trabalho que estou apresentando. Quando falta informação, a experiência precisa reconhecer esse limite e abrir espaço para o contato direto.

01

Conteúdo com origem

Cases, artigos e informações do perfil formam a base. Novos conteúdos em português e inglês entram na atualização da base. Informações complementares fornecidas por mim ajudam no contexto; as referências exibidas levam a páginas acessíveis do portfólio.

02

Escopo e limites

O assistente fica no universo do meu trabalho. Após três perguntas fora desse contexto, encerra a conversa com educação. Há limites de consumo e tratamento de indisponibilidade; a indicação Beta comunica que a experiência continua evoluindo.

03

Contato no momento certo

Após três respostas sobre o meu trabalho, a conversa pode encaminhar para o e-mail. Quem quiser também pode deixar seu contato e uma mensagem para que eu responda depois.

HUMAN IN THE LOOP

A avaliação volta para a experiência.

As perguntas e respostas do site chegam a um painel de revisão. Eu avalio cada resposta, registro o que precisa mudar e, quando necessário, escrevo uma resposta esperada. O objetivo é transformar uso real em orientação concreta para a próxima interação.

  1. 01

    Conversa real

    Pergunta, resposta e fontes ficam disponíveis para revisão.

  2. 02

    Julgamento humano

    Reviso precisão, relevância, tom, idioma e uso das fontes.

  3. 03

    Orientação contextual

    Avaliações relacionadas à nova pergunta ajudam a orientar a próxima resposta.

  4. 04

    Nova revisão

    Confiro se a orientação melhorou a resposta e ajusto o que ainda precisa evoluir.

Esse ciclo melhora a orientação dada ao assistente. Não equivale a retreinar automaticamente o modelo: os fatos continuam dependendo da base de conteúdo.

08 / AUTORIA

Pensamento humano
a cada escolha.

“Pensamento humano a cada escolha” explicita minha relação com a tecnologia neste projeto. A IA apoiou a construção e acelerou iterações. A direção de arte, a curadoria, a edição e os critérios de qualidade permaneceram sob meu olhar. Meu papel inclui formular a intenção e reconhecer quando uma solução ainda se afasta dela.

Esse processo alterna Figma, código e navegador. O Figma ajuda a tornar a intenção visível e compartilhável; o navegador mostra o comportamento com conteúdo real, idiomas diferentes e interação por toque. A revisão conecta os dois, ajustando o que a composição estática não resolve sozinha.

  1. 01

    Dirigir

    Definir o que o portfólio precisa comunicar e quais critérios devem orientar a construção.

  2. 02

    Escolher

    Comparar alternativas com a identidade e com a tarefa da pessoa que está lendo.

  3. 03

    Revisar

    Usar a experiência publicada para perceber desvios de hierarquia, comportamento e linguagem.

  1. 01Intenção no Figma
  2. 02Implementação
  3. 03Revisão no navegador
  4. 04Ajuste e documentação

Autoria também aparece no que eu decido retirar. Uma informação pode estar correta e, ainda assim, não ajudar naquela parte da história. Uma forma pode chamar atenção e disputar espaço com a mensagem. O critério está em reconhecer essas diferenças e editar a experiência.

09 / EVOLUÇÃO

O detalhe também
é uma decisão.

O portfólio continua sendo revisto em uso. As correções mostram como os princípios se tornam critérios concretos: o que precisa ficar mais claro, o que merece destaque e o que deve ocupar menos espaço. Três decisões tornam esse processo visível.

  1. 01

    Um exemplo merece foco

    Uma única tela de interface fica centralizada no mobile. Quando há várias, a sequência mantém o carrossel e o alinhamento à esquerda.

  2. 02

    Movimento com intenção

    O símbolo gira no próprio eixo, pausa por dois segundos e gira de novo. A interação por toque não deve reiniciar o movimento; a preferência por movimento reduzido é respeitada.

  3. 03

    Informação não é botão

    A apresentação do Ask Vini tem tratamento de texto. As perguntas sugeridas têm aparência de ação, evitando a ambiguidade entre o que informa e o que pode ser clicado.

Por trás do portfólio

O processo continua
na página que você está lendo.

Esta página participa do processo que descreve. A identidade nasce de critérios, ganha forma em um sistema e encontra novas perguntas quando entra em uso. O trabalho continua na relação entre o que eu quero comunicar e o que outra pessoa consegue compreender.

Conexões com o restante do portfólio

O sistema conversacional da SmartersDesign de sistemas escaláveisComo montar seu primeiro portfólio

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