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Lead Product Designer em São Paulo: minha prática entre liderança e entrega

Por Vini Asevedo · 5 min de leitura

Minha atuação como Lead Product Designer em São Paulo conecta decisões de negócio ao produto que chega às pessoas. São mais de oito anos de experiência em produtos digitais e quatro em liderança de design, trabalhando da definição do problema ao acompanhamento da entrega.

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Ao longo desse caminho, ampliei meu escopo para orientar equipes, estruturar sistemas e conduzir jornadas completas. A proximidade com a execução continua sendo uma parte importante da forma como trabalho.

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Para quem está buscando um Product Designer Sênior em São Paulo ou uma liderança de design, estes são alguns exemplos do que levo para uma equipe.

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Transformar problemas pouco definidos em uma direção de produto

Muitos projetos começam com uma demanda ampla: melhorar o cadastro, revisar uma plataforma ou facilitar a operação. Meu primeiro trabalho é entender quais dificuldades estão por trás desse pedido.

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Converso com quem usa o produto e com quem faz a operação acontecer. Investigo regras, restrições e informações disponíveis para definir o que precisa ser resolvido e como poderemos avaliar a solução.

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Na Turn2C, essa abordagem orientou o redesenho da jornada de parceiros B2B. Uma decisão central foi esclarecer elegibilidade e permitir a percepção de valor antes de exigir um compromisso maior com o cadastro.

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O trabalho também conectou a experiência ao CRM e criou marcos para acompanhar a jornada. Isso ajudou a organizar a relação entre produto, equipe comercial e operação.

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Criar condições para que o time decida melhor

Ao longo da carreira, liderei mais de 12 designers em diferentes equipes e iniciativas, com até seis pessoas simultaneamente. Minha experiência inclui frentes de Design Systems e Content Design.

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Na prática, liderar envolve tornar objetivos e critérios claros, discutir prioridades e ajudar o time a avaliar alternativas. Também exige negociar limites com as áreas parceiras e sustentar a qualidade durante a entrega.

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Procuro dar contexto para que as pessoas consigam decidir com autonomia. Nas críticas de design, isso significa conectar uma escolha de interface ao problema, às evidências disponíveis e às consequências para quem vai usar o produto.

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Construir sistemas que melhorem o trabalho da organização

No Design System Smarters, o desafio envolvia consistência e eficiência no trabalho das equipes.

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As médias registradas no Monday mostraram uma redução do tempo de execução de 7,4 para 5,2 horas, aproximadamente 30%. O treinamento passou de 15 para 10 dias úteis, uma redução de 33,3%.

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Sete áreas passaram a adotar o Figma como fonte da verdade: Design Conversacional, Dados, Desenvolvimento, Linguagem Natural, Integrações, Projetos e Customer Success.

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Esses resultados ajudam a explicar como avalio um Design System: pela capacidade de apoiar decisões, facilitar a colaboração e melhorar a operação de quem depende dele.

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Manter a qualidade quando a solução encontra a realidade

Meu repertório inclui SaaS, fintech, plataformas de dados e experiências conversacionais. Esses contextos exigem atenção às regras de negócio, aos diferentes perfis de uso e às limitações técnicas.

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Uma jornada pode parecer clara no protótipo e revelar dúvidas durante o desenvolvimento ou depois do lançamento. Por isso, mantenho proximidade com Produto, Engenharia, Dados e áreas de negócio.

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Essa colaboração permite rever hipóteses, discutir exceções e ajustar a solução. Também ajuda a separar o que foi entregue, o que foi observado e o que ainda precisa ser validado.

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Usar IA para explorar e construir com critério

Uso IA para transformar ideias em protótipos funcionais, experimentar alternativas e automatizar tarefas repetitivas. Isso me permite chegar mais rápido a algo que possa ser discutido ou testado.

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Em experiências com IA, considero também como comunicar incertezas, orientar escolhas e lidar com falhas. Meu papel é avaliar onde a tecnologia faz sentido e como a experiência preserva a compreensão e o controle de quem usa.

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A possibilidade de construir mais exige cuidado com o que vale construir.

Onde posso contribuir

Posso contribuir com equipes que precisam esclarecer problemas complexos, evoluir jornadas B2B, estruturar Design Systems ou aproximar direção de produto e execução.

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Minha atuação como Lead Product Designer em São Paulo reúne liderança de equipes e participação direta na construção das soluções. Gosto de assumir desafios ainda pouco definidos e ajudar a conduzi-los até uma entrega que possa ser usada, acompanhada e melhorada.

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Se você está recrutando para uma posição de Product Designer Sênior ou Lead Product Designer, podemos conversar sobre o contexto da equipe, o momento do produto e os desafios da posição.

Vamos conversar sobre uma oportunidade